Shoptur - Parques Nacionais

PARQUES NACIONAIS
Os Parques Nacionais do Brasil (42 áreas verdes delimitadas e protegidas pelo Governo Federal) constituem
o mais rico conjunto de ecossistemas do planeta. Abrigam uma amostra generosa do patrimônio natural,
cuidando destes recursos e garantindo sua preservação. O acesso é livre em metade deles. Os 21 parques
abertos ao público podem ser uma agradável surpresa para os visitantes. Muitos têm guias e guardas
especializados e contam com boa infra-estrutura. A beleza dos 21 parques fechados à visitação também pode
ser conhecida. Em alguns casos, o acesso é permitido com uma autorização do governo. O melhor a fazer é
entrar em contato com a administração de cada parque e saber até onde o visitante pode chegar. Quem garante
a segurança e a conservação dos parques nacionais, e também ajuda a receber os visitantes, é o
IBAMA - Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e
Recursos Naturais Renováveis, órgão ligado ao MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE.
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PARQUES ABERTOS À VISITAS:
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PARQUES FECHADOS À VISITAS:
- AMAZÔNIA
- CABO ORANGE
- CHAPADA DIAMANTINA
- DESCOBRIMENTO
- GRANDE SERTÃO VEREDAS
- ILHA GRANDE
- LENÇÓIS MARANHENSES
- MONTE RORAIMA
- PACAÁS NOVOS
- PANTANAL MATOGROSSENSE
- PAU-BRASIL
- PICO DA NEBLINA
- RESTINGA DE JURUBATUBA
- SÃO JOAQUIM
- SERRA DA BOCAINA
- SERRA DA MOCIDADE
- SERRA DAS CONFUSÕES
- SERRA DO DIVISOR
- SERRA GERAL
- SUPERAGUI
- VIRUÁ
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ABROLHOS (Parque Nacional Marinho de Abrolhos - BA)
As ilhas do arquipélago dos Abrolhos estão distantes 70 km da costa sul da Bahia e fazem parte do primeiro parque
nacional marinho do país. As rochas que formam as 5 ilhas (Redonda, Guarita, Siriba, Sueste e Santa Bárbara)
são o saldo de repetidas erupções vulcânicas que agitaram a região há cerca de 50 milhões de anos. A herança
destes fenômenos ficou em cada canto de Abrolhos: belas formações rochosas e recifes de coral são paisagens comuns.
Foram os corais que fizeram a fama de Abrolhos, servindo até para batizar o local: assustado com as grandes
barreiras escondidas no mar, o navegador Américo Vespúcio fez questão de anotar em sua carta de navegação o
alerta que levaria a outros exploradores. "Abre os olhos", avisou ele em 1500. Não adiantou: os restos de navios
vitimados pela "armadilha" dos corais se espalham por toda a região até hoje.
O cargueiro italiano Rosalina é o mais famoso deles e virou uma das principais atrações do arquipélago.
A embarcação afundou em 1983, mas jamais ficou sozinha no fundo do mar: a visita aos restos do Rosalina é uma
atividade obrigatória para os mergulhadores que chegam na ilha.
Muita gente volta de Abrolhos dizendo que o melhor do arquipélago está escondido no mar (uma impressionante e rara
coleção de corais e 160 espécies de animais marinhos). A visibilidade na água chega até 30 m.
Na superfície, os donos da ilha são as aves, que usam Abrolhos como ponto de procriação. Elas dividem o local apenas
com os lagartos e tartarugas-marinhas, que servem-se de suas praias para a desova. Para desembarcar em terra é necessária
autorização do IBAMA. O parque marinho tem um centro de visitantes e o acesso a ele é feito a partir das cidades de
Caravelas e Alcobaça. A viagem é de seis horas em escunas ou cerca de duas horas em lanchas.
De junho a dezembro, um espetáculo a mais: as baleias jubarte, vindas do hemisfério sul, aparecem para se acasalar
nas águas do arquipélago.
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| Contatos |
Fone: (73) 297-1111
Praia do Kitongo, s/nº - Caravelas - BA
CEP: 45900-000
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APARADOS DA SERRA (Parque Nacional - RS/SC)
As cachoeiras e penhascos deste parque, conhecido também como Itaimbezinho, formam uma paisagem impressionante e única no
país, com cânions e paredões de até 600 m de altura. Para completar, há nevoeiros que aparecem subitamente e dominam por
completo a região em minutos. Com isso, é preciso preparar-se para o frio: a temperatura chega a 0ºC com frequência.
As florestas de araucárias dominam a região, que serve de abrigo para lobos-guará, jaguatiricas e até pumas. Mesmo assim,
o risco de cruzar com um deles é pequeno (apenas as áreas de difícil acesso são habitadas por estes animais). Aparados da
Serra tem um centro de visitantes, restaurante e trilhas para caminhadas que podem até dispensar o acompanhamento de guias.
Dois caminhos levam ao parque: saindo de Porto Alegre, pela RS-20, ou pela Serra da Faxinal, na BR-101, para quem vem dos
outros Estados.
Há hotéis em Cambará do Sul (a 33 km do parque) e São Francisco de Paula (a 66 km).
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| Contatos |
Fone: (54) 251-1305
Rodovia RS-429, s/nº - Cambará do Sul - RS
CEP: 95480-000
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ARAGUAIA (Parque Nacional - TO)
Uma malha de rios interligados ocupa a maior parte do Parque Nacional do Araguaia, em Tocantins. O encontro de alguns desses
rios forma praias de areia fina e água transparente, dividindo o cenário com a vegetação de cerrado que domina as margens.
Mas o maior tesouro do Araguaia são seus moradores: com uma fauna riquíssima, o parque promove o encontro entre animais típicos
da floresta amazônica com os do cerrado. Onças, cervos, araras azuis, botos e tamanduás convivem em harmonia.
Nos rios, grandes peixes, tartarugas e jacarés completam esta preciosa "vizinhança". Apesar de todas as suas atrações, o parque
não tem uma infra-estrutura especial para atender aos visitantes. Sua sede (provisória) fica na cidade de Macaúbas.
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| Contatos |
Fone: (63) 215-1873
AANE 20, conjunto 3, lote 2 - Palmas - TO
CEP: 77054-010
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BRASÍLIA (Parque Nacional - DF)
Um dos parques nacionais urbanos mais preservados do mundo fica no Planalto Central (e a apenas 9 km do centro da capital do
Brasil). Quem visita o Parque Nacional de Brasília conhece de perto a riqueza do cerrado. Entre as espécie ameaçadas de
extinção que habitam o parque estão o lobo-guará, o veado-campeiro, o tatu-canastra e o tucano-de-bico-verde.
Outro recurso precioso do local é sua bacia hídrica (são dezenas de mananciais e nascentes espalhados por todo o parque que
formam piscinas naturais frequentadas o ano todo pelos moradores de Brasília). A proximidade da capital também rendeu a
construção de 3 centros de pesquisa, além de infra-estrutura de recepção e recreação desenvolvida pelo IBAMA no local.
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| Contatos |
Fone: (61) 233-4055
Rodovia BR-040, SMU - Brasília - DF
CEP: 70700-000
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CHAPADA DOS GUIMARÃES (Parque Nacional - MT)
A apenas 67 km de Cuiabá, a Chapada dos Guimarães é conhecida pelos tesouros históricos e antropológicos. Suas formações
naturais encantam os cientistas, que vão ao Mato Grosso para conhecer mais sobre a formação da Terra visitando a Cidade
de Pedra, local que preserva fósseis marinhos e tem sítios arqueológicos com pinturas pré-históricas.
Não faltam objetos de estudo: cachoeiras, grutas, cavernas, morros e rochas cercados por cânions de arenito com até
350 m de altura. A cachoeira mais famosa é o Véu da Noiva, com 86 m de queda.
No ponto mais alto do parque, outra atração: o Morro de São Jerônimo, considerado um dos locais mais místicos do Brasil.
A caverna Aroe Jari esconde belas cachoeiras e a Lagoa Azul, águas cristalinas. Água não falta no parque: a rede de
drenagem abriga as cabeceiras de vários rios importantes. Em suas margens, a vegetação de cerrado esconde lagartos,
lobos-guará, veados, tucanos e araras.
A cidade de Chapada dos Guimarães, a 10 km da reserva, também tem atrativos, conservando a arquitetura colonial dos
séculos 17 e 18. Vale a pena visitar a igreja de Nossa Senhora Santana do Sacramento, de 1779. Construída por escravos,
seu altar é totalmente coberto de dourado. A infra-estrutura da cidade atende a todas as necessidades dos visitantes do
parque, com pousadas e serviço de transporte.
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| Contatos |
Fone: (65) 644-1511
Av. Rubens de Mendonça, s/nº - Cuiabá - MT
CEP: 78055-500
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CHAPADA DOS VEADEIROS (Parque Nacional - GO)
Com rochas de origem pré-cambriana, esta vasta e rica superfície plana está na área mais alta do país. Para alguns dos
místicos que procuram o local, o fato, somado à fartura de cristais de quartzo da região, garantiria à região grande
concentração de "energia positiva". O parque inteiro repousa em uma imensa placa de cristal e suas trilhas levam a
muitas piscinas naturais, lagoas, cachoeiras, grutas e cânions.
Nas regiões de vegetação mais densa, geralmente perto de cursos d'água, os viajantes têm encontros nada esotéricos: são
animais ameaçados de extinção como o cervo-do-pantanal, o veado-campeiro e a onça-pintada.
Os saltos e cachoeiras são outras atrações imperdíveis. Opções não faltam: o salto do Rio Preto (180 m), as cachoeiras
da Água Fria (50 m) e São Vicente (150 m). Você também verá a cachoeira Morada do Sol, com piscinas naturais rodeadas por lajes
de pedras. O visitante deve tentar conhecer também o Vale da Lua, o mirante do Aeroporto e os jardins Zen e Maytrea, com
belíssimos campos de flores, lugar perfeito para meditação.
As comunidades mais próximas são Alto Paraíso e São Jorge, onde o visitante pode contratar um guia e preparar sua chegada
ao parque, que tem centro de visitantes e alojamento para pesquisadores. As duas cidades têm restaurantes, bares e pousadas
charmosas, além de campings com boa infra-estrutura.
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| Contatos |
Fone: (61) 646-1570
Rodovia GO-327, km 34 - Alto Paraíso de Goiás - GO
CEP:
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EMAS (Parque Nacional - GO)
O nome já diz: são as emas as donas do parque. É uma boa pista do que o visitante encontra dentro da reserva,
proximidade com muitos animais silvestres, que parecem até acostumados a este convívio. O parque tem a maior concentração
de emas, tamanduás-bandeiras e veados-campeiros do continente americano. Abriga também macacos-pregos, patos selvagens,
sucuris e jacarés.
Outra surpresa: os cupinzeiros, que superam os 2 m de altura e em algumas épocas do ano parecem estar iluminados com luzes
(na verdade, são larvas no período de reprodução). Com solo avermelhado e vegetação composta por pequenas matas de cerrado,
o parque tem várias árvores frutíferas, entre elas cajueiros.
A partir de Goiânia, fica fácil chegar: o Parque Nacional das Emas fica a duas horas de voo ou a 450 km por estrada
asfaltada até a cidade de Mineiros, a mais próxima do local. Mesmo assim, a infra-estrutura para o alojamento de visitantes
ainda precisa melhorar.
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| Contatos |
Fone: (62) 661-4186
Rua 10, Quadra 1, Lote 13 - Setor Nossa Senhora de Fátima - Mineiros - GO
CEP: 75830-000
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FERNANDO DE NORONHA (Parque Nacional Marinho - PE)
O cartão-postal do oceano Atlântico fica a cerca de 345 km da costa nordestina. As 21 ilhas do território de Fernando de
Noronha partem o oceano ao meio e delimitam um dos cenários mais belos do planeta. Sua fama é merecida: a natureza
exuberante do local faz do arquipélago um local inesquecível.
As 6 principais ilhas (Fernando de Noronha, Rata, Rasa, do Meio, Lucena e Sela Gineta) são, na verdade, grandes picos
submersos da dorsal vulcânica que corta o Atlântico, cercadas de enormes rochedos.
Durante a maior parte do ano, a paisagem dentro do parque nacional lembra a do agreste, com arbustos espinhosos e
cáctus dominando a vegetação. Mas entre fevereiro e abril, no período de chuvas, as ilhas "renascem" e se vestem de verde,
tornando a paisagem ainda mais irresistível. E só quem visita o arquipélago pode experimentar seu fascínio: entre suas
plantas há uma série de espécies endêmicas, que não são encontradas em nenhum outro lugar do mundo.
Apesar de toda a riqueza de sua vegetação, os maiores tesouros do arquipélago estão mesmo no fundo do mar. O Atlântico
cobre as mais longas barreiras de corais da costa brasileira (das 18 espécies de coral encontradas no país, 15 estão lá)
e serve de habitat para uma grande variedade de animais marinhos. Para deixar ainda melhor este verdadeiro sonho para os
mergulhadores: visibilidade de até 50 m durante o verão.
Além dos fartos grupos de peixes e crustáceos, o parque abriga várias espécies de tartarugas marinhas, que escolhem as
praias de Fernando de Noronha para desovar. Perto dos locais de desova, o espetáculo fica por conta de alguns dos moradores
mais conhecidos do arquipélago: os golfinhos rotadores, que escolheram uma baía, no lado oeste do arquipélago para descansar
e se reproduzir. Ali a entrada é proibida, mas o visitante pode observar os animais de longe, do mirante da Baía dos Golfinhos.
O parque marinho tem 16 praias com areia branca e piscinas naturais. Outras atrações são o Forte de Nossa Senhora dos
Remédios, construído em 1737, e o Morro do Pico, que pode ser visto de qualquer ponto da ilha.
A pequena infra-estrutura turística está concentrada na Vila dos Remédios, que oferece várias pousadas simples e confortáveis.
O visitante chega de avião, partindo de Recife, João Pessoa ou Natal, ou de barco.
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| Contatos |
Fone: (81) 619-1228
Al. do Boldró, s/nº - Fernando de Noronha - PE
CEP: 53990-000
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IGUAÇU (Parque Nacional - PR)
Patrimônio Mundial da Unesco desde 1986, o Parque Nacional do Iguaçu não tem como única atração as cataratas: são cerca de
225 mil hectares de florestas exuberantes, com milhares de espécies de animais. O parque é um dos mais visitados do país, e
sua beleza atrai gente de todo o mundo. Conforto não falta: o local está preparado para receber viajantes o ano inteiro,
com guias e roteiros para todos os gostos.
Segundo o IBAMA, a melhor época para conhecer o parque é entre os meses de maio e agosto, justamente no inverno, pois o clima
é bastante úmido e quente durante o resto do ano (calor suficiente para dificultar os passeios pelas longas trilhas do local).
Mas a diversão é garantida em qualquer época: os caminhos levam o viajante ao encontro de 340 espécies de aves, como jaburus
(tuiuiús), araras, tucanos, beija-flores, 40 tipos de mamíferos e 700 de borboletas.
No encontro com a fronteira argentina, o rio Iguaçu caminha para as famosas cataratas, com 272 quedas de até 83 m de altura.
A maior delas, a Garganta do Diabo, tem acesso pelo parque argentino, mas as plataformas do lado brasileiro oferecem a melhor
visão geral das quedas.
Além das cataratas, outros passeios que valem a pena dentro do parque são o Macuco Safári, que leva o visitante até a garganta
do rio, e o Poço Preto, uma trilha de 12 km no coração da floresta.
Com uma invejável infra-estrutura de hotéis, restaurantes, bares e lojas, a região de Foz do Iguaçu recebe os visitantes do
Parque Nacional da melhor forma possível. O aeroporto internacional garante fácil acesso ao local.
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| Contatos |
Fone: (45) 574-1697
Rodovia BR-469, km 11 - Foz do Iguaçu - PR
CEP: 85851-970
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ITATIAIA (Parque Nacional - RJ/MG)
Itatiaia não é apenas o primeiro parque nacional do país, mas também um dos mais ricos em recursos naturais. Criado em 1937,
é a mais antiga unidade de conservação federal, situada na divisa do Rio de Janeiro com Minas Gerais. O parque abriga o Pico
das Agulhas Negras, situado a 2.787 m de altura.
A beleza dos rios da região, como o Maromba, o Flores, o Marimbondo e o Campo Belo, dá uma pista do que o visitante encontra
no interior do parque, que tem muitas cachoeiras e lagoas de água cristalina. Outra surpresa é a vegetação, que muda de acordo
com a altitude. Nas terras mais baixas, predominam os jequitibás, cedros e jacarandás. Na parte mais alta do planalto, os
pinheiros tomam conta da floresta.
O parque serve de habitat para várias espécies ameaçadas de extinção, como o sagui, a onça, o lobo-guará e a jacutinga.
Além do Pico das Agulhas Negras, outros pontos de interesse são o Mirante do Último Adeus, que oferece uma visão panorâmica
do parque, as piscinas naturais de Lago Azul e Maromba e as cachoeiras Poranga, Itaporani e Véu de Noiva.
A visita ao parque é ainda melhor para quem gosta de caminhadas e escaladas. A subida de trilhas rochosas como a Cabeça de
Leão, a Tartaruga e o pico Dois Irmãos são garantia de aventura.
Na região do parque há bons hotéis, pousadas charmosas e restaurantes agradáveis. Itatiaia também conta com um museu e um
centro de visitantes. A proximidade da Via Dutra torna o acesso ao parque bastante fácil.
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| Contatos |
Fone: (24) 352-1461
Estrada do Parque Nacional, km 8,5 - Itatiaia - RJ
CEP: 27580-000
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JAÚ (Parque Nacional - AM)
O maior Parque Nacional do Brasil fica no coração da Amazônia. Jaú tem quase 23.000 km², e abriga uma enorme variedade de
espécies animais ameaçadas e raras como a onça-pintada, jaguatirica, gato-do-mato, peixe-boi, ariranha e o boto.
A maior parte do parque é coberta por uma mistura de floresta densa e planícies inundadas, com vegetação constituída de
árvores como a castanheira-do-pará, palmeiras e seringueiras. Nos rios da região há pirarucus e tucunarés. Nas margens
vêem-se jacarés, garças, araras e papagaios.
Apesar de tantos atrativos, o parque recebe poucos visitantes (além da distância, o local não tem nenhum recurso especial
para receber as pessoas). Quem quer conhecer o Jaú precisa até de autorização do IBAMA para poder entrar. Com o documento na
mão, a primeira parada é Novo Airão, cidade mais próxima do parque, nas margens do rio Negro.
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| Contatos |
Fone: (92) 237-5177
Rua Ministro João Gonçalves de Souza, s/nº - Manaus - AM
CEP: 69075-830
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LAGOA DO PEIXE (Parque Nacional - RS)
Os maiores encantos da Lagoa do Peixe estão no encontro do parque com o Atlântico. Suas praias exibem grandes dunas e
lagoas em toda a face leste da reserva. A vasta planície tomada pelo parque é ocupada por espécies raras de aves
migratórias. Os flamingos, por exemplo, aparecem no parque para fugir do inverno rigoroso do sul. A viagem vale a
pena: as temperaturas podem chegar a até 40ºC nos dias mais quentes do verão, com uma média anual de 20ºC.
A área do parque está dividida entre os municípios de Mostardas, Tavares e São José do Norte. Com acesso por estrada a
partir de Rio Grande, o parque não tem infra-estrutura especial para receber os visitantes.
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| Contatos |
Fone: (51) 673-1464
Praça Prefeito Luís Martins, 30 - Mostardas - RS
CEP: 96270-000
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MONTE PASCOAL (Parque Nacional - BA)
Foi aqui que tudo começou: no parque está o primeiro marco avistado pelos descobridores portugueses em 1500, o Monte
Pascoal. O parque tem grande variedade de ecossistemas em suas florestas, restingas, mangues e praias.
A vegetação imponente conta com jequitibás, canelas, jacarandás e pau-brasil. As marcas da ocupação também estão
presentes: há áreas queimadas e destruídas por posseiros e mesmo índios. Mesmo assim, os moradores mais antigos da
região ainda estão no parque: a tribo Pataxó ocupa uma porção da reserva e pode ser visitada.
A fauna do Monte Pascoal surpreende. Vários animais ameaçados de extinção estão protegidos no parque, como o
ouriço-preto, a preguiça-de-coleira, a onça, e o gavião-pega-macaco. Cobras, capivaras, antas e araras também ocupam
a reserva.
O parque fica a apenas 14 km da BR-101, que liga Vitória a Salvador, e a 156 km de Porto Seguro. A reserva não tem
infra-estrutura de hospedagem para visitantes, mas a cidade de Caraíva, bem perto da entrada, oferece pousadas e
restaurantes.
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| Contatos |
Fone: (73) 294-1110
Rodovia BR-498, Caixa Postal 24 - Itamaraju - BA
CEP: 45830-000
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SERRA DA CANASTRA (Parque Nacional - MG)
O berço do "Velho Chico" fica dentro do parque da Serra da Canastra, no sudoeste de Minas Gerais. O rio São Francisco
nasce e segue por 14 km dentro do parque, até atingir a escarpa da Serra da Canastra. O encontro produz a cachoeira
Casca D'Anta, com três quedas e 200 m de altura, formando um dos grandes pontos de referência da região. Além do São
Francisco, o rio Araguari também tem sua nascente dentro do parque.
A área da reserva se divide em dois chapadões (Canastra e Sete Voltas), com um vale entre eles. A vegetação é típica do
cerrado, e a fauna, apesar de castigada pela presença do homem, ainda é bastante rica. O visitante acaba encontrando
lobos, veados, tamanduás e perdizes pelas trilhas.
O parque não oferece facilidades para a hospedagem. O acesso é feito pela MG-050, estrada que cruza Formiga e Divinópolis.
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| Contatos |
Fone: (37) 433-1195
Rua Marechal Floriano Peixoto, s/nº - São Roque de Minas - MG
CEP: 37928-000
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SERRA DA CAPIVARA (Parque Nacional - PI)
O parque da Serra da Capivara, patrimônio cultural da humanidade segundo a Unesco, é o maior depósito de tesouros
pré-históricos do continente, com 400 sítios arqueológicos, 48 deles adaptados para receber visitantes. Em um dos sítios,
por exemplo, foram encontradas provas da passagem de humanos pelo local há mais de 50 mil anos.
O local reúne a maior coleção de desenhos rupestres do mundo, com cerca de 30 mil pinturas catalogadas. Os tesouros
arqueológicos do parque estão expostos no Museu do Homem Americano, que conta com esqueletos fossilizados de grandes
animais pré-históricos e objetos utilizados pela antiga população do local.
A reserva ainda funciona como uma precisa amostra de um ecossistema bem brasileiro, a caatinga. Todas as plantas que
representam esta vegetação estão no parque, formando um ambiente perfeito para abrigar iguanas, camaleões e lagartos.
O parque abriga 208 espécies de aves, entre elas araras, andorinhas, pica-paus, urubus e águias. Os melhores lugares para
observar estas espécies são os sítios arqueológicos da Pedra Furada, das Mulheres e das Andorinhas. Outros passeios
interessantes são as trilhas das Canoas, Rodrigues e Serrinha.
Com tantas atrações, o parque tem boa infra-estrutura para receber visitantes: auditórios, lanchonetes, banheiros e até loja
de lembranças. As visitas são feitas com guias especializados. O acesso mais rápido e fácil à reserva é pela cidade de
Petrolina, distante 300 km.
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| Contatos |
Fone: (86) 582-1612
Av. Hipólito Ribeiro Soares, 86 - São Raimundo Nonato - PI
CEP: 64770-000
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SERRA DO CAPARAÓ (Parque Nacional - ES/MG)
O Pico da Bandeira, com 2.889 m, ponto mais alto do Sudeste brasileiro, fica em Caparaó, parque que ocupa a divisa entre
Espírito Santo e Minas Gerais e é uma das mais bonitas reservas do país.
A trilha da Tronqueira serve de portão principal para o interior do parque, abrindo caminho para o Vale Verde e o Vale
Encantado. A rota ainda leva ao Terreirão, uma trilha de 4,5 km até pé do Pico da Bandeira, o terceiro mais alto do Brasil.
O melhor caminho para chegar ao local é pela BR-262, que liga Belo Horizonte a Vitória. O parque conta com hotel, centro de
visitantes e trilhas com guias.
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| Contatos |
Fone: (33) 343-1200
Zona Rural de Alto Caparaó - Alto Caparaó - MG
CEP: 36836-000
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SERRA DO CIPÓ (Parque Nacional - MG)
Nas montanhas da Serra do Cipó estão algumas das mais belas atrações deste parque. São grandes cachoeiras, cânions e lagoas
que acompanham o primeiro caminho percorrido pelos Bandeirantes rumo às Minas Gerais.
Na área da reserva, que corresponde ao antigo Parque da Serra da Vacaria, ficam a cachoeira da Farofa, com mais de 70 m de
altura, e as de Braúna, Bocaina, Confins e Andorinhas.
Na Lagoa Comprida, o visitante encontra espécies raras de peixes e, no cânion das Bandeirinhas, um grande leito rochoso.
A vegetação é uma mistura de três grandes formações: mata de galeria, campos cerrados e campos rupestres.
Chegar no parque é fácil: a rodovia MG-010, que parte de Belo Horizonte, passa pelo local. São 100 km de viagem a partir da
capital mineira. Perto da cidade de Lagoa Santa há boas pousadas e restaurantes.
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| Contatos |
Fone: (31) 3299-0700
Rodovia MG-010, km 100 - Santana do Riacho - MG
CEP: 35847-000
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SERRA DOS ÓRGÃOS (Parque Nacional - RJ)
O Dedo de Deus aponta para a região, em plena região serrana do Rio de Janeiro. A conhecida formação rochosa, com 1.692 m
de altura, pode ser vista até da capital do Estado. É um dos pontos mais altos da Serra dos Órgãos, que se espalha por
Petrópolis, Teresópolis e Magé.
O relevo acidentado, que sai de 400 m e ultrapassa os 2.000 m, é a principal marca da reserva. O ponto mais alto é a Pedra
do Sino, com 2.263 m, que serve de mirante para os belos lagos e florestas da região. Além disso, o parque é o último refúgio
da fauna da região, composta por tamanduás, pumas, papagaios e jacutingas, entre outros animais.
O melhor caminho para o parque é pela Avenida Rotariana, que liga a BR-116 a Teresópolis. Do Rio de Janeiro são 80 km.
A visitação está aberta somente de terça-feira a domingo.
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| Contatos |
Fone: (21) 642-1070
Av. Rotariana, s/nº - Teresópolis - RJ
CEP: 25960-602
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SETE CIDADES (Parque Nacional - PI)
As maiores riquezas de Sete Cidades são seus recursos geológicos: suas estruturas de pedra são verdadeiros monumentos,
e parte delas têm pinturas rupestres. O Polegar de Deus, o Elefante, a Tartaruga e o Soldado Romano são as maiores, e
atraem a atenção de geólogos de todo o país.
A localização da reserva, no interior do Piauí, é privilegiada (fica bem na área de transição entre o cerrado e a caatinga,
com uma bela mistura de vegetações). Outro recurso importante protegido pelo parque são seus rios perenes. A bacia
hidrográfica da região é uma fonte vital para as comunidades do Estado.
Sete Cidades é aberto à visitação pública, mas os fiscais do parque exigem uma autorização prévia dos visitantes. O documento
é concedido pelo IBAMA, que determina ainda o acompanhamento de um guia nas visitas.
É muito fácil andar pelo parque, que conta com um grande número de trilhas. As principais opções de hospedagem são um
alojamento dentro da reserva e um hotel próximo a ela. O acesso fica entre a BR-222 e a BR-343, a cerca de 160 km de Teresina.
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| Contatos |
Fone: (86) 343-1342
Caixa Postal, 35 - Piripiri - PI
CEP: 64260-000
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TIJUCA (Parque Nacional - RJ)
A floresta da Tijuca só ganhou status de parque nacional pelos recursos naturais que preserva. A reserva fica dentro da
cidade do Rio de Janeiro e tem grande variedade de montanhas e formações rochosas. Elas se espalham pela Serra de Três
Rios, Serra da Carioca e Grupo Pedra da Gávea, com picos com até 1.000 m de altura, no Maciço da Tijuca.
A floresta atlântica do local reveste os rochosos de Dona Marta, Corcovado, Paineiras, Pedra Bonita e Pedra da Gávea.
O melhor da vegetação da região são as flores. Há quaresmeiras, aleluias, ipês amarelos, embaúbas-prateadas.
Visitar o local não poderia ser mais fácil: ele fica em um dos maiores pólos de turismo do planeta. Dentro do parque, a
administração oferece passeios guiados a seus principais pontos turísticos, como o Cristo Redentor, a Vista Chinesa e a
Pedra da Gávea.
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| Contatos |
Fone: (21) 570-4389
Estrada da Cascatinha, 850 - Floresta da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ
CEP: 20531-590
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UBAJARA (Parque Nacional - CE)
O menor parque nacional brasileiro esconde suas maiores atrações dentro da terra. As grutas da região são famosas, e uma
delas tem acesso por um teleférico. É a Gruta do Ubajara, com quase meio quilômetro de trilhas iluminadas. A mistura de
vegetações também é curiosa: cerrado nas regiões mais altas, floresta amazônica nas encostas e caatinga na base.
A fauna é outra das atrações do parque. Há macacos, saguis, raposas, gambás, iguanas e muitos morcegos.
O acesso a Ubajara é feito pela BR-222. Em Tianguá, o visitante pega a CE-075 e segue mais 18 km até a entrada do parque.
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Fone: (88) 634-1388
Rodovia da Confiança CE-075 - Ubajara - CE
CEP: 62350-000
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